quarta-feira, 26 de novembro de 2014

ESTADO INJETA R$ 2,1 BI POR MEIO DE SALÁRIOS E 13º

O Governo de Pernambuco irá injetar R$ 2,18bilhões na economia estadual por meio do pagamento do 13 º salário dos servidores estaduais, aposentados e pensionistas, além da folha salarial referente aos meses de novembro e de dezembro. Segundo o cronograma divulgado pelo governador João Lyra (PSB), o 13º será pago em uma parcela única entre os dias 11 e 12 de dezembro, representando uma movimentação de R$ 710 milhões. Esta é a oitava vez consecutiva que o Estado antecipa o pagamento do 13º e da folha salarial de dezembro.
A folha salarial referente ao mês de dezembro será antecipada para os dias 22, 23 e 24, totalizando R$ 740 milhões às vésperas do Natal. Os salários de novembro, que somam R$ 730 milhões, serão pagos entre os dias 26 e 28 deste mês.
"Temos que considerar o comprometimento do governador com o planejamento fiscal do Estado, pois atualmente 17 estados estão com a folha comprometida e Pernambuco continua antecipando pagamentos", disse o secretário de Administração, José Francisco Neto.
Segundo a Administração estadual não foi preciso fazer nenhum tipo de remanejamento de recursos para assegurar os pagamentos previstos.

PERNAMBUCO REDUZ EM 8,5% ASSASSINATOS DE MULHERES

Pernambuco reduziu em 8,5% o número de mulheres assassinadas em todo o Estado entre os meses de janeiro e outubro deste ano quando em comparação com o mesmo período do exercício anterior. Apesar do número ainda ser elevado, com 187 registros de assassinatos nos dez primeiros meses de 2014, o Estado conseguiu passar da segunda para a 16ª posição no ranking de mortes violentas de mulheres em nível nacional ao longo dos últimos oito anos, segundo dados do Instituto Sangari.
De acordo com a Secretaria Estadual da Mulher, o ano de 2012 foi o que registrou o menor número de assassinatos de mulheres em todo o Estado, com 210 casos. Em 2013, este número chegou a 253 homicídios. Entre os anos de 2006 e 2013, a taxa caiu de 7,2 para 5,2 para grupo de 100 mil habitantes.
A redução nos indicadores é atribuída a um conjunto de ações preventivas, que envolvem eventos de conscientização sobre a Lei Maria da Penha e dos direitos da mulher, e repressivas, como o monitoramento dos agressores através do monitoramento à distância por meio do uso de tornozeleiras eletrônicas.


Menino é queimado pela madrasta por deixar casa desarrumada na Bahia

Um menino de nove anos teve parte das costas queimada com água quente, no bairro Tomba, em Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador. A polícia chegou até a casa da criança, na tarde desta terça-feira (25), após uma denúncia anônima.

De acordo com a DAI (Delegacia do Adolescente Infrator), a madrasta do garoto, teria queimado o menino, na última quinta-feira (20), por ter encontrado a casa desarrumada e sentir falta de um perfume.— Ela agredia a criança e não socorreu depois que o queimou. Além de agredi-lo, ela proibia o menino de sair de casa.

Ainda segundo a DAI, Carla Matias Vieira, de 27 anos, disse ao pai da criança, que já teria levado ele ao hospital, mas que lá o menino teria o risco de pegar uma infecção.

Desde quinta-feira, a criança estava presa em casa sem nenhum socorro. Ela sempre deixava o menino sozinho.
Em depoimento à polícia, o pai contou que não levou o garoto ao médico porque a mulher tem curso técnico de enfermagem e saberia cuidar dele. Ele foi indiciado por omissão de socorro e responderá em liberdade.
Carla foi indiciada por tortura, cárcere privado e omissão de socorro. Após ser ouvida pela polícia, ela foi encaminhada para o Conjunto Penal de Feira de Santana.
 

Morre em Aracaju a cantora Clemilda Ferreira, ícone da música nordestina

A cantora Clemilda Ferreira da Silva, de 78 anos, morreu os na madrugada desta quarta-feira (26) em um hospital particular de Aracaju. A forrozeira enfrentava complicações de um segundo derrame cerebral sofrido em maio deste ano, desde então ela passou por vários hospitais, inclusive por Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). O estado de saúde se complicou com a ocorrência de uma pneumonia.

Apesar de alagoana, a forrozeira se consagrou como um dos maiores ícones da música sergipana com 50 anos de carreira, gravação de 40 discos e seis CDs. Ela tem dois discos de ouro e dois de platina.Em 1985, Clemilda ficou conhecida nacionalmente após o sucesso ‘Prenda o Tadeu’. Nesse mesmo ano ganhou o primeiro Disco de Ouro e em 1987, e o segundo prêmio veio com o LP ‘Forró Cheiroso’, mais conhecido como ‘Talco no Salão’.Gazeta Web

Ganhador da Mega-Sena no Rio ainda não retirou o dinheiro


Desde o resultado da aposta, no domingo (23), todos os funcionários e frequentadores do local onde foi feita a aposta milionária vivem um clima de ansiedade para descobrir quem é o felizardo. Não faltam especulações entre quem mora ou trabalha na região.

O outro vencedor da última Mega-Sena, que mora na cidade de Cianorte, no noroeste do Paraná, fez uma aposta simples: gastou somente R$ 2,50 com os seis números sorteados. Ele retirou o prêmio na segunda (24) e a identidade do sortudo é mantida em segredo.
Vencedor deve retirar bolada na Caixa
Quem ganha até R$ 1,7 mil em uma aposta vencedora da Mega-Sena, pode retirar o prêmio na própria lotérica. Mas no caso do novo milionário carioca, a bolada só pode ser retirada em uma agência da Caixa Econômica Federal. O apostador tem até 90 dias para apresentar o bilhete premiado.

Com o prêmio de cerca de R$ 68 milhões, o ganhador pode comprar 33 apartamentos de 3 quartos em uma área nobre do Rio de Janeiro, uma frota de 450 carros de luxo ou fazer 337 viagens de volta ao mundo, passando pelos cinco continentes e com acompanhante.
Uma agente de viagens que trabalha em frente à loterica da sorte, tem uma sugestão de passeio para o ganhador. “Primeira classe, comendo caviar e tomando champagne francês e visitando toda a Itália para começar. Depois ele volta para o Brasil, conhece todo o Nordeste e o nosso Caribe, que é o Morro de São Paulo. É só me procurar que eu faço o melhor preço”.
A cada dia que o dinheiro fica parado, o ganhador perde R$ 13 mil em juros da caderneta de poupança.

Bancos repassam alta de juro e taxa de pessoa física é a maior desde 2011

Os consumidores que precisaram de crédito sentiram no bolso a alta da taxa Selic – que em outubro passou de 11% para 11,25%. Os bancos repassaram essa alta – e mais um pouco – aos juros cobrados pelos bancos das pessoas físicas nas operações com recursos livres (que não inclui crédito rural, habitacional e do BNDES), que chegaram a 44% ao ano.
Com a alta, de 1,2 ponto percentual, a taxa de juros é a maior da série histórica do Banco Central, que tem início em março de 2011. Trata-se, portanto, da taxa mais elevada em mais de três anos e meio.Selic
Como a decisão de aumentar a Selic no fim de outubro pegou o mercado financeiro de surpresa e foi tomada apenas no fim daquele mês, o impacto da decisão do Banco Central na taxa de captação dos bancos, ou seja, quanto eles pagam pelos recursos, foi de apenas 0,3 ponto percentual no mês passado. A taxa de captação atingiu 11,9% ao ano em outubro, contra 11,6% ao ano no mês anterior, nas operações para pessoas físicas.
Os números do BC mostram, porém, que a taxa de juros cobrada pelas instituições das pessoas físicas avançou 1,2 ponto percentual no mês passado, para 44% ao ano, contra 42,8% ao ano em setembro. Isso quer dizer que os bancos não só repassaram o impacto do aumento dos juros básicos da economia – promovido pelo Banco Central para tentar conter as pressões inflacionárias – como decidiram elevar os juros cobrados dos consumidores mais ainda.
Já a taxa de juros média das operações de crédito com empresas subiu de 22,8% ao ano em setembro para 23,4% ao ano em outubro – a maior desde fevereiro de 2012 (24% ao ano). A taxa de todas as operações (pessoas físicas e jurídicas), ainda com recursos livres, avançou de 31,9% ao ano em setembro para 32,8% ao ano em outubro – a maior desde outubro de 2011, quando somava 33,2% ao ano.
Inadimplência em queda
Segundo o Banco Central, a taxa de inadimplência das pessoas físicas, nos empréstimos bancários com recursos livres (sem contar crédito rural e habitacional), que mede atrasos nos pagamentos acima de 90 dias, recuou de 6,6% em setembro para 6,4% em outubro. Este é o menor patamar desde março de 2011 - quando estava em 6,3%.
Já a taxa de inadimplência das operações dos bancos com as empresas, ainda no segmento com recursos livres, recuou de 3,6% em setembro para 3,4% em outubro. Em julho, estava em 3,5%, passando para 3,6% no mês seguinte. Este é o maior patamar desde maio deste ano, quando estava em 3,3%.
Considerando a taxa total de inadimplência, que engloba operações com as pessoas físicas e empresas, ainda nas operações com recursos livres, houve queda de 5% em setembro para 4,8% em outubro. É o menor patamar desde dezembro do ano passado (4,7%). Nesse caso, não são considerados créditos habitacional e rural e as operações do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
'Spread' bancário sobe em outubro
O aumento das taxas de juros bancárias de pessoa física em outubro deste ano contribuiu para elevar o chamado "spread bancário" – que é a diferença entre o que os bancos pagam pelos recursos e quanto cobram de seus clientes. O spread nas operações com pessoas físicas subiu de 31,2 pontos em setembro para 32,1 pontos percentuais em outubro – o maior patamar da série histórica, iniciado em março de 2011.
O spread é composto pelo lucro dos bancos, pela taxa de inadimplência, por custos administrativos, pelos depósitos compulsórios (que são mantidos no Banco Central) e pelos tributos cobrados pelo governo federal, entre outros. Apesar da queda em agosto, o spread dos bancos registrou forte alta no ano. Em um cenário de queda da inadimplência, e dos tributos estáveis, o aumento dos juros bancários provavelmente contribuiu para "engordar" o lucro dos bancos em outubro.