quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Sem necessidade de hemodiálise, Pelé se alimenta bem em hospital

O Hospital Albert Einstein informou, na manhã desta quarta-feira (3), que o ex-jogador de futebol Pelé, de 74 anos, não precisará de hemodiálise e que se alimenta bem em seu quarto.
O ex-jogador continua na unidade semi-intensiva do Hospital Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo, onde foi internado para tratar uma infecção urinária. O boletim médico também informa que Pelé segue sem febre e passa parte do dia sentado na poltrona.
Internação
Pelé foi internado no dia 24 de novembro para tratar uma infecção urinária. A assessoria do hospital informou, na quinta-feira (27), que Pelé tinha infecção abdominal. Ele foi levado para a UTI por ser um melhor local para monitoramento do quadro, segundo o hospital.No dia 12, Pelé havia sido operado para retirar cálculos renais, ureterais e vesicais, que causavam obstrução ao fluxo urinário. Ele recebeu alta dois dias depois.

Em 2012, Pelé esteve internado no mesmo hospital para uma cirurgia no quadril. No procedimento, foi retirada parte do osso e colocada no lugar uma prótese de titânio e cerâmica.
O ex-jogador sentia dores constantes no quadril, ao jogar tênis e até quando caminhava.
Veja o boletim do Hospital Albert Einstein desta quarta (3) na íntegra:
O paciente Edson Arantes do Nascimento (Pelé) continua com boa evolução clínica e em cuidados de semi-intensiva. Tanto o exame clínico como os resultados laboratoriais da manhã de hoje foram adequados e o paciente não precisará de suporte renal.
Nova avaliação do rim está programada para amanhã cedo. Persiste sem febre, deambulando no quarto e permanecendo grande parte do dia sentado na poltrona. Alimenta-se bem, sem alterações hemodinâmicas ou respiratórias.

Boletim de Andressa Urach aponta leve melhora e redução de sedativos

A modelo Andressa Urach, 27 anos, apresentou uma discreta melhora nas últimas horas, mas segue em estado grave, segundo o boletim médico divulgado na manhã desta quarta-feira (3) pelo Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre. Ela permanece sedada e respira com ajuda de aparelhos, com um quadro de infecção.
O hospital não divulgou que tipo de melhora foi constatada. A nota diz ainda que os médicos pretendem reduzir os medicamentos e sedativos ao longo desta quarta.
A modelo e apresentadora de TV foi internada para tratar de uma infecção na coxa esquerda em decorrência de uma aplicação de hidrogel, realizada há cinco anos. No sábado (29), ela deu entrada no hospital, já com quadro delicado. Desde então, passou por duas drenagens com o objetivo de combater a infecção.
A nota esclarece ainda que em nenhum momento durante a internação Andressa teve parada cardíaca ou respiratória. Também foi negada a ocorrência de qualquer tipo de amputação.
Confira a nota do hospital na íntegra:

"A paciente ANDRESSA DE FAVERI URACH encontra-se internada na
Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital Nossa Senhora da Conceição
desde a madrugada de 01/12/2014.

Seu estado de saúde ainda é  GRAVE, com discreta melhora em
relação a ontem. Permanece sedada e respirando com auxílio de aparelhos.
Há um plano concreto de redução dos medicamentos sedativos ao longo do
dia de hoje.

Não há procedimento cirúrgico planejado para hoje, até o
momento.

 Não há absolutamente nenhuma previsão de alta da UTI.
Esclarecemos que em nenhum momento durante a internação neste
Hospital a paciente apresentou quadro de parada cardiorrespiratória. Não
foi submetida a amputação de membro inferior".

Fique atento aos sintomas das doenças sexualmente transmissíveis

procedimento mais indicado para evitar a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) é o uso de camisinha nas relações sexuais.
Mas, tão importante quanto a prevenção, é saber identificar quando seu corpo apresenta sinais de anormalidade. Quanto mais cedo forem identificadas, melhores podem ser resultados no tratamento de DSTs.
Feridas, corrimentos, bolhas e verrugas são manifestações comuns de DSTs, que podem ser causadas por vírus, fungos e bactérias. Algumas doenças apresentam sintomas periódicos, dando falsa sensação de melhora ao paciente.
Outras não desenvolvem reações orgânicas comuns ao organismo, principalmente em mulheres. Nestas situações, em caso de relação sexual sem uso de camisinha, realize consultas periódicas com o médico.
As DSTs também podem ocorrer por transmissão vertical, quando a mãe infecta o bebê durante a gravidez ou durante o parto, o que pode causar interrupção espontânea da gestação ou graves lesões ao feto. A transmissão também pode se dar por transfusão de sangue contaminado ou compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis.

Gonorreia

De fácil transmissão, a doença é causada por bactéria que pode afetar a uretra e o colo do útero. Popularmente conhecida pelos nomes de pingadeira, esquentamento ou blenorragia, a doença provoca sintomas aparentes, como secreção purulenta, ardor, eritema e infecta especialmente a uretra, canal que liga a bexiga ao meio externo, mas, nas mulheres, pode ser assintomática.
Manifesta-se também na pele, provocando feridas nos órgãos genitais. Na mulher, denomina-se bartolite, que são edemas nas glândulas de Bartolin, localizadas próximas aos pequenos lábios, e causam deformação genital.

Clamídia

É a DST de maior prevalência no mundo e apresenta sinais parecidos com o da gonorreia. A doença também é causa por bactéria, que provoca corrimento de cor clara na uretra e dor ao urinar.
As mulheres acometidas pela bactéria podem não apresentar sintomas, mas a doença pode infeccionar útero e trompas, resultando em complicações como dor durante as relações sexuais, gravidez nas trompas (fora do útero), parto prematuro e até mesmo esterilidade.
Nos homens, a clamídia pode causar inflamações nos epidídimos e nos testículos, resultando obstruções que impedem a passagem dos espermatozoides. Também pode ser transmitida da mãe para o bebê durante o parto. Uma vez instalada a infecção, o tratamento consiste no uso antibióticos específicos.

Linfogranuloma venéreo

Caracteriza-se pelo aparecimento de uma lesão genital de curta duração (de três a cinco dias), que se apresenta como uma ferida ou como uma elevação da pele.
Após a cura da lesão primária, surge um inchaço doloroso dos gânglios de uma das virilhas. Se esse inchaço não for tratado adequadamente, evolui para o rompimento espontâneo e formação de feridas que drenam pus.

Tricomoníase

Os sintomas são, principalmente, corrimento amarelo-esverdeado, com mau cheiro, dor durante o ato sexual, ardor, dificuldade para urinar e coceira nos órgãos sexuais.
Na mulher, a doença pode também se localizar em partes internas do corpo, como o colo do útero. A maioria dos homens não apresenta sintomas. Quando isso ocorre, consiste em uma irritação na ponta do pênis.

Herpes genital

Manchas avermelhadas sobre a pele com pequenas bolhas na ponta do pênis ou na parte externa da vagina podem ser sinais da doença. As bolhas causam ardência e coceira intensa, o que normalmente ocasiona seu rompimento e, consequentemente, feridas que cicatrizam de forma espontânea. A doença é causada pelo vírus do herpes simples (HSV) que provoca lesões na pele e nas mucosas dos órgãos genitais masculinos e femininos.
A doença não tem cura e uma de suas características é a regressão e ativação das lesões na pele, que ocorrem em intervalos de tempo imprevisíveis, normalmente quando o paciente apresenta quadros de baixa imunidade.
Pessoas infectadas pela doença têm a primeira infecção de forma mais grave e longa do que as posteriores, outras mesmo infectadas nunca desenvolvem os sinais da doença. Independente de sintomas, todos os portadores podem transmitir o vírus HSV nas relações sexuais.





Lei nacional que proíbe fumar em locais fechados entra em vigor

Entram em vigor nesta quarta-feira (3) as novas regras antifumo que proíbem fumar em locais fechados, como ambiente de trabalho e restaurantes, além de determinar o fim da propaganda de cigarros. Elas também extinguem os fumódromos em ambientes coletivos e ampliam as mensagens de alerta em maços de cigarro vendidos no país.

Os fumantes não devem ser fiscalizados. Poderá ser punido somente o estabelecimento que desobedecer as normas. Locais de comércio e restaurantes, por exemplo, deverão orientar os clientes sobre a lei e pedir para que não fumem, podendo chamar a polícia quando alguém se recusar a apagar o cigarro.

A lei antifumo foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff em dezembro de 2011, após ter sido aprovada no Congresso Nacional, e foi regulamentada em maio deste ano.Conforme a lei, fica proibido o fumo em locais coletivos fechados em todo o país, com exceção das tabacarias e dos cultos religiosos. As regras preveem que as pessoas não poderão fumar em lugares públicos ou privados (acessíveis ao público) que possuam cobertura, teto, parede, divisórias ou toldos. Em varandas de restaurante com toldo, por exemplo, não será permitido o fumo, bem como na área coberta de pontos de ônibus. As normas também valem para narguilés ou qualquer tipo de fumígeno.Propaganda e embalagens
Ainda de acordo com as regras, qualquer propaganda de cigarro será proibida, inclusive nos chamados "displays" (painéis para anúncios nos estabelecimentos comerciais). A única forma de exibição dos maços deverá ser em locais de venda, mas, ainda assim, com 20% do espaço ocupado pela mensagem de alerta.
A partir de agora, 100% da face de trás da embalagem e uma das faces laterais terão que ter imagem e mensagem sobre os problemas relacionados ao fumo. A partir de janeiro de 2016, na parte frontal da embalagem, 30% do espaço será destinado a mensagens de alerta. Até então, esse tipo de mensagem só era estampada na parte de trás dos maços de cigarro.

Fiscalização e punição
Os estabelecimentos que desrespeitarem as regras poderão receber advertência, multa, ser interditados e ter a autorização de funcionamento cancelada. As multas irão variar de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão, de acordo com a infração. As vigilâncias sanitárias dos estados serão responsáveis pela fiscalização.

A pessoa que estiver em um restaurante e se incomodar com o fato de alguém fumar deverá, primeiro, pedir ao estabelecimento que tome providências. Caso o responsável pelo restaurante se negue, a orientação é que a pessoa, então, denuncie o caso à Vigilância Sanitária.

DESSOLES TEM CONTAS APROVADAS

Depois de dois anos de espera, a câmara de vereadores de Iguaracy finalmente examinou, nesta terça 2/12/14 as contas do prefeito Dessoles Monteiro, referentes ao exercício 2008. A votação foi pela aprovação por unanimidade, com a ausência do vereador Zeinha.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Felicidade não se compra Quero ser feliz modernamente, mas carrego comigo uma depressãozinha básica

Nos meus vinte anos, meu ídolo era o James Bond, bonito, corajoso, entendendo de vinhos e de aviões supersônicos, comendo todo mundo, de smoking. Mundano? Sim, mas Bond tinha a missão de salvar o mundo.
Hoje, não. A mídia nos ensina que os heróis da felicidade não têm ideal algum a conquistar, a não ser eles mesmos. A felicidade é uma autoconstrução de sucesso, de bom funcionamento.
Mas, mesmo não sendo o 007, eu queria ser feliz como ele. Lembro, fascinado, a primeira vez em que ele surge como personagem num cassino onde lhe perguntam o nome — ele acende um cigarro e diz: “Bond... James Bond”. Eu queria ser ele. Mas, como? A felicidade oficial da mídia comanda meus ideais. Nas revistas, vejo os ídolos contemporâneos malhados, ricos, rindo entre modelos e apresentadoras. O ideal de felicidade é uma solidão narcísica cercada de admiradores, o brilho solitário que suga o prazer, sem conflitos, sem afetos profundos, mas sempre com um sorriso simpático e congelado, porque hoje é mais “comercial” ser alegre do que tristemente carregar a dor do mundo. (Este artigo está com a cara dos apócrifos que colocam na internet com meu nome mas, tudo bem — serei apócrifo de mim mesmo.) Continuemos.
Antes, havia uma certa tristeza na felicidade. Vejam os rostos melancólicos, paralisados de desespero das mulheres casadas, nas fotos de época. Olhando os retratos antigos, vemos que a felicidade masculina estava ligada à ideia de “dignidade”, vemos os barbudos do século XIX de nariz empinado, os perfis de medalha, donos de um poder total no lar, sobre a mulher e os filhos, aterrorizados diante do pai implacável.
Eu, não; quero ser feliz modernamente, mas carrego comigo uma depressãozinha básica, medos, traumas. Sinto-me aquém dos felizes de hoje. Não consigo me enquadrar nos rituais de prazer. Posso ter uma crise de melancolia em meio a uma orgia, não tenho o dom da gargalhada infinita, posso broxar no auge de uma bacanal. Fui educado por jesuítas e pai severo, para quem o riso era quase um pecado.
Para mim, felicidade sempre foi uma missão a ser cumprida, a conquista de algo maior que me coroasse de louros, a felicidade demandava “sacrifício”, a luta contra obstáculos. Como quebrei a cara nessa busca de plenitude... Descobri com a idade que não há este lugar “além do arco-íris”. Mas o narcisista de hoje passa a ideia de que já chegou lá, de que não precisa de ninguém. Ele não quer aporrinhações. A felicidade moderna é o consumo do outro, e o mundo é um grande pudim a ser comido. Meu homem feliz pode ter todas as mulheres, mas é casado consigo mesmo.
Não pensem que estou criticando isso; estou é com inveja dessa leveza de ser, dessa ligeireza nas relações.
Assim como a mulher deseja ser um objeto de consumo, como um liquidificador rebolante, um avião, o homem quer ser um grande pênis voador, um “passaralho” superpotente, mas frívolo, que pousa e voa de novo, sem flacidez e sem angústia.
O macho brasileiro tem pavor de ser possuído. Seu prazer é cumulativo, feito de apropriações indébitas, sem jamais incluir o prazer de ser “possuído” pelo outro.
Quer se apaixonar, mas tem pânico disso. O amor é desejado, mas aprisiona. Por isso, pela aridez do tempo, o amor ficou “transgênico,” geneticamente modificado e, como os hambúrgueres, virou “fast love”.
Por isso, nosso macho não se entrega; basta-lhe o encaixe. O encontro humano virou um modelo de armar. O macho A se encaixa em fêmea B, e produzem uma engrenagem C, repleta de luxo e arrepios entre lanchas e caipirinhas, num esfuziante casamento que dura três números de “Caras”.
E, ainda por cima, as pessoas atribuem uma estranha “profundidade” a essa superficialidade, porque esse diletantismo tem o charme de ser uma sabedoria elegante e “pós-tudo”.
O homem feliz da mídia é informado e cínico, conhece bem as tragédias do tempo, mas se lixa para elas, por uma falsa “maturidade”, um alegre desencanto. Ele vive em velocidade; o mundo veloz da internet, do celular, do mercado financeiro imprimiu-lhe um ritmo incessante, dando-lhe um glamour de onipresença, um funcionamento sem corrosão, uma eterna juventude que afasta a ideia de morte ou velhice. O homem “feliz” é antes de tudo um forte, mas um negador. Para ser feliz, é necessário negar, denegar, renegar problemas, esquecer. São três as receitas da felicidade: não pensar em doença, nem em angústia, nem em miséria.
Mas chega um dia em que o herói deprime, um dia em que a barriga cresce, o amargor torce-lhe os lábios, o pau cai e o homem feliz descobre que precisa de um ideal de encontro, algo semelhante à velha felicidade, pois ele sabe confusamente que a verdadeira solidão é apavorante. Então, ele passa a evitar que qualquer “profundidade” existencial possa pintar, que a ideia de finitude apareça à sua frente, senão sua “liberdade” ficaria insuportável.
Aí, ele percebe que precisa do amor, como uma esperança de “sentido”. E ele espera, então, uma sensação de eternidade, uma juventude para sempre, espera que o mistério da “falha” humana se revele — queremos esquecer, queremos “não saber” que vamos morrer, como só os animais não sabem. Não consegue amar, mas precisa amar, como única solução.
O problema é que amar exige coragem, e hoje somos todos covardes.
Daí, ele passa a viver um paradoxo: ligar-se sem ligar-se. Nosso homem livre inventa uma ideia de felicidade e de amor inatingíveis, para satisfazer-se numa eterna insatisfação. Como um James Bond fracassado que jamais perde a pose. Nem para si mesmo. E se gasta feliz nesta missão impossível.

Crianças são encontradas amarradas e trancadas dentro de casa no Litoral

Crianças são encontradas amarradas e trancadas em residência no Litoral do Piauí (Foto: Polícia Militar)
Um caso revoltou a população da cidade de Parnaíba, no Litoral do Piauí. Um casal deixou os filhos, um de dois anos e outro de quatro anos, trancados, amarrados e sozinhos dentro de casa no bairro João XXIII. Segundo o comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar, tenente coronel Costa Lima, a negligência dos pais foi descoberta no fim de semana depois que vizinhos escutaram o choro de crianças e acionaram a polícia.


“Quando os militares chegaram à residência, ela estava fechada. Eles bateram na porta e como ninguém abriu tiveram que arrombar.  Ao adentrar na casa viram as crianças com os pés e mãos amarrados”, contou.

Após desamarrar a menina e o menino, a polícia chamou o Conselho Tutelar e aguardou a chegada dos pais das crianças. Conforme Costa Lima, o pai da criança justificou a atitude dizendo que precisou amarrar os filhos enquanto ia pegar a mulher no trabalho. Esta versão foi contestada pela polícia, já que os vizinhos denunciaram que escutam as crianças gritarem com frequência, além disso, alguns móveis como cômodas também estavam com as portas amarradas.


“A vizinhança disse que quase todos os dias depois de uma hora da madrugada ouvia o choro das crianças e pedidos de socorro, logo acreditamos que estas crianças eram trancadas e amarradas com frequência”, disse o tenente coronel.



O casal foi levado à Central de Flagrantes e detido sob a suspeita de abandono de incapaz. Já as crianças foram encaminhadas para uma casa de acolhimento pelo Conselho Tutelar onde permaneceram até esta terça-feira (2). A coordenadora do Conselho Tutelar de Parnaíba, Raimunda Dionísio, informou ao G1 que o casal perdeu provisoriamente a guarda dos filhos.



“O caso será encaminhado ao Ministério Público para que sejam adotadas as medidas cabíveis. Os pais prestarão esclarecimentos à polícia e deverão ser responsabilizados. Não sabemos informar continuam presos, mas a partir de hoje, as crianças irão conviver com outro familiar. O pai já deixava os filhos trancados e terá que explicar por que os amarrava. Apesar de não haver marcas de agressões na menina e no menino, não há condições para que os pais voltem a criar os filhos", esclareceu a conselheira
.