terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Marmotas em desacordo sobre chegada da primavera nos EUA

durante festividades em Punxsutawney, Pensilvânia
As marmotas de Nova York e Pensilvânia não chegaram a um acordo nesta segunda-feira sobre a chegada da primavera nos Estados Unidos, com a primeira prognosticando um inverno curto e a um mais longo na tradicional cerimônia conhecida como "Groundhog Day", que foi o tema central do filme "O feitiço do tempo".
Phil, a marmota de Punxsutawney (Pensilvânia), onde desde 1887 é celebrado este curioso prognóstico, viu sua sombra pela manhã, o que significa, pela tradição, que o inverno durará seis semanas a mais.
"Os prognósticos abundam na internet, mas Punxsutawney Phil segue sendo a melhor aposta", declarou o presidente do Inner Circle de Punxsutawney, Bill Deeley, dando crédito ao animal.
Em contrapartida, Chuck de Staten Island, uma marmota do sul da Nova York, não viu sua sombra, o que indica uma chegada mais rápida primavera.
"Chuck diz que a primavera chegará cedo! Quero agradecer a Chuck por esta boa notícia. Finalmente nos entendemos", declarou o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, durante a cerimônia no zoológico de Staten Island.
Este ano, De Blasio não pegou nos braços a marmota para evitar repetir o acidente de 2014, quando o animal caiu no chão e morreu semanas depois.
Uma terceira marmota, Chuckles, de Manchester (Connecticut, noroeste), também viu sua sombra, coincidindo com o prognóstico de Punxsutawney Phil.
Segundo uma velha lenda alemã, se uma marmota vê sua sombra em 2 de fevereiro, o inverno durará mais seis semanas. No caso de isso não acontecer, a primavera chegará antes.

PF suspeita que Youssef fumou maconha na prisão

Por Ricardo Brandt, enviado especial a Curitiba e Fausto Macedo
O advogado Carlos Alberto Pereira da Costa, que estava na cela, afirmou que se tratava de um cigarro de hortelã enrolado em papel bíblico. O advogado Carlos Alberto Pereira da Costa, que estava na cela, afirmou que se tratava de um cigarro de hortelã enrolado em papel bíblico. A perspicácia dos agentes de plantão na Custódia da Polícia Federal em Curitiba (PR) levaram à descoberta de um episódio insólito da famosa Operação Lava Jato. Alberto Youssef, alvo central do escândalo de corrupção na Petrobrás, e outro preso, o advogado Carlos Alberto Pereira da Costa, apontado como um dos laranjas do doleiro, teriam feito uso de maconha na carceragem da Superintendência da PF.
A informação foi registrada por dois agentes penitenciários federais da carceragem da PF, onde está concentrada a maior parte dos presos da Lava Jato. Os dois narram que eram 17 horas do dia 30 de julho de 2014, quando sentiram um 'odor atípico' vindo das celas.
"Ambos perceberam odor característico de maconha queimada no setor de custódia, no período em que os presos se encontravam em banho de sol, e portanto, podiam transitar pelas celas, corredor, solário e chuveiro", narra o Ministério Público Federal em parecer do dia 15 de janeiro passado.
Os agentes afirmaram que foram identificar a 'origem da fumaça'. Prestes a enquadrar os supostos transgressores, eles ouviram a descarga ser acionada na cela de número 2 - levando esgoto abaixo qualquer possibilidade de um flagrante.
"Tentamos adentrar ao local e surpreender os presos, que se encontravam em procedimento de chuveiro e banho de sol", relatam os agentes. "Quando realizei a abertura do cadeado, embora o tenha feito com cuidado, os presos Carlos Costa e Alberto Youssef, que se encontravam no interior da cela 2, rapidamente acionaram a descarga do sanitário", contou um dos agentes.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

O PAJÉU PERDE SEU SERESTEIRO EDUARDO RODRIGUES


Cora leva um tiro de Maurílio durante desfile de Carnaval- CAPITULO DE IMPÉRIO PRA MULHERADA DE PLANTÃO

Uma tragédia vai acontecer na novela "Império" durante o desfile da União de Santa Teresa que vai homenagear José Alfredo (Alexandre Nero). Neste sábado (31), Marjorie Estiano gravou na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, as cenas que mostrarão Cora sendo baleada por Maurílio (Carmo Dalla Vecchia) durante o Carnaval. Outros atores do folhetim também estiveram no sambódromo carioca atuando na sequência quer será exibida a partir do próximo dia 17.
Na história, um carro alegórico vai simbolizar o império do Comendador, que a esta altura do campeonato já terá o seu segredo de sua falsa morte revelado para todos. Na alegoria, estarão os familiares de Zé Alfredo, mas outros personagens, como Xana Summer (Aílton Graça), Lorraine (Dani Barros) e Ismael (Jonas Torres), também vão marcar presença na avenida.
A grande expectativa será: o Comendador vai ou não subir no carro alegórico? Antoninho (Roberto Bonfim) será o primeiro a incentivar o amigo a desfilar, mas ele responderá ao convite dizendo que ainda não está preparado para tal aparição. Mesmo sem a presença da figura mais importante do espetáculo, o show continuará.
Cora ficará agonizando após ser baleada
Ao cair da noite, todos os integrantes da escola estarão a postos com suas fantasias, preparados para uma grande festa, quando Zé Alfredo aparecerá por lá no último instante, aceitando desfilar ao lado de Maria Marta (Lilia Cabral) e familiares.
Depois de quase ter acertado o Comendador com um tiro, no bairro de Santa Teresa, Maurílio se fantasiará com trajes de morte e irá para a Marquês de Sapucaí atrás dele com uma arma. Ao mesmo tempo, Cora terá invadido o desfile e escalará o carro alegórico em que estará seu amado Zé Alfredo. Maurílio vai notar a presença do rival em cima da alegoria quando a megera estiver escalando. Ao atirar, ele acabará errando o alvo e vai acertá-la.
Em seu blog, Aguinaldo Silva - que montou uma estratégia para evitar o vazamento dos últimos capítulos de "Império" - já havia contado que a vítima de Maurílio ficaria agonizando. O desfecho de fato, no entanto, se ela irá morrer mesmo ou não, só acontecerá no "dia seguinte, fora do Sambódromo".

Em 'Império', José Alfredo acertará as contas com Maurílio

Nos próximos capítulos de "Império", novela das 21h da Globo, José Alfredo (Alexandre Nero) terá um acerto de contas com Maurílio (Carmo Dalla Vecchia). 
Depois que deixar a prisão, o comendador aparecerá de surpresa na firma e encontrará o biólogo em sua sala. O vilão debochará dizendo que quem é vivo sempre aparece, e o Todo Poderoso alfinetará:
"É, Maurílio, quem é vivo demora, mas aparece. E quem é vivaldino sempre dá um jeito de passar a perna até nos mortos".
FAMOSIDADES
O vilão, por sua vez, começará a rebater as críticas de Zé, dizendo que não teve qualquer envolvimento no caso do roubo de sua fortuna, e o comendador dirá que ele é comparsa de Fabrício Melgaço.
"Eu já descobri tudo a seu respeito! Sei que você pode ser tudo menos o filho do meu amigo Sebastião Ferreira [Reginaldo Faria], e nem se chama Maurílio! Fui a São João del Rey, rapaz, segui tuas pistas! Falei com dona Jesuína Ferreira [Laura Cardoso], mãe do verdadeiro Maurílio, cuja identidade você assumiu depois que ele morreu! O pai dele, Sebastião Ferreira, não era o que conheci, era um agricultor que já morreu, mas não está enterrado no Monte Roraima, e sim em uma cova rasa ao lado do filho Maurílio. E lá em São João del Rey, de onde nunca saiu na vida!".
Maurílio conseguirá disfarçar e chamará o rival de louco. O comendador continuará insistindo para saber a real identidade do biólogo, mas ele continuará fugindo assunto.
Acuado, ele fará uma proposta: perdoar a dívida da Império em troca de uma cadeira no conselho de administração com direito a voto. "E não precisa me dar sua resposta agora. Eu posso esperar até a reunião do final da tarde. Acabei de marcar", dirá Maurílio, que sairá da sala e deixará José Alfredo furioso.

Aos prantos, Rick diz ter ficado revoltado com Renner: 'Fizeram piada com a dupla'

Renner foi preso por dirigir embriagado; relembre

  • <p>Após ter sido preso por dirigir embriagado, em dezembro do ano passado, Renner concedeu entrevista ao "Domingo Espetacular", da Record, exibido no último domingo (19). O cantor revelou que tem passado por dificuldades financeiras e comentou o fim de sua parceria com Rick.</p><p>O cantor disse que cumpriu sua agenda de shows e, mesmo assim, não recebeu salário - ele ganha cerca de R$ 15 mil por mês. "Eu tinha meu salário que eu pago a pensão dos meus filhos. Aí tinha de fazer minhas compras, comprar minhas roupas, porque artista precisa de roupa", disse.</p><p>"Ontem, a gente não tinha nada em casa para comer. Aí, um amigo me mandou mil reais", revelou ele que mora de aluguel com a esposa. "Eu cumpri meu mês. Então, dia 10 queria receber o meu salário."</p><p>O artista, que já adiantou que vai seguir carreira na música gospel, explicou ainda que deixou de beber. "Eu não bebi mais e não vou beber. tenho que falar isso para mim", destacou ele, que deixou recentemente a clínica de reabilitação.</p><p>E acrescentou, garantindo que também deixou asa drogas: "Existe o alcoólatra que bebe todos os dias, que faz uso da bebida para se estabilizar. Eu não posso beber. Se eu beber uma cerveja, quero outra e aí perco o limite. Mas a partir do momento que paro, não enho mais vontade".</p><p>Questionado sobre o fim de sua dupla sertaneja após anos de trabalho, Renner garantiu que está aliviado, já que não deseja ser "estorvo na vida de ninguém".</p><p>"A subsistência minha e da minha família é o meu cantar, mas posso cantar o que quiser. Se eu precisar de ajuda, vou pedir ajuda. E se precisar de mendigar o pão, vou mendigar. Estou preparado para qualquer situação. Tendo meu cafezinho, minha mulher para dormir comigo, minha mãe, que é a coisa mais linda que Deus me deu", disse.</p>
Após ter sido preso por dirigir embriagado, em dezembro do ano passado, Renner concedeu entrevista ao "Domingo Espetacular", da Record, exibido no último domingo (19). O cantor revelou que tem passado por dificuldades financeiras e comentou o fim de sua parceria com Rick.
O cantor disse que cumpriu sua agenda de shows e, mesmo assim, não recebeu salário - ele ganha cerca de R$ 15 mil por mês. "Eu tinha meu salário que eu pago a pensão dos meus filhos. Aí tinha de fazer minhas compras, comprar minhas roupas, porque artista precisa de roupa", disse.
"Ontem, a gente não tinha nada em casa para comer. Aí, um amigo me mandou mil reais", revelou ele que mora de aluguel com a esposa. "Eu cumpri meu mês. Então, dia 10 queria receber o meu salário."
O artista, que já adiantou que vai seguir carreira na música gospel, explicou ainda que deixou de beber. "Eu não bebi mais e não vou beber. tenho que falar isso para mim", destacou ele, que deixou recentemente a clínica de reabilitação.
E acrescentou, garantindo que também deixou asa drogas: "Existe o alcoólatra que bebe todos os dias, que faz uso da bebida para se estabilizar. Eu não posso beber. Se eu beber uma cerveja, quero outra e aí perco o limite. Mas a partir do momento que paro, não enho mais vontade".
Questionado sobre o fim de sua dupla sertaneja após anos de trabalho, Renner garantiu que está aliviado, já que não deseja ser "estorvo na vida de ninguém".
"A subsistência minha e da minha família é o meu cantar, mas posso cantar o que quiser. Se eu precisar de ajuda, vou pedir ajuda. E se precisar de mendigar o pão, vou mendigar. Estou preparado para qualquer situação. Tendo meu cafezinho, minha mulher para dormir comigo, minha mãe, que é a coisa mais linda que Deus me deu", disse.

Sob o risco de base hostil, Dilma faz reunião para traçar estratégia após eleições no Congresso

Após as eleições para as presidências na Câmara e no Senado, a presidente Dilma Rousseff convocou neste domingo seus principais ministros para traçar estratégias visando reaglutinar sua base parlamentar depois de uma disputa entre os dois maiores partidos governistas pelo comando dos deputados.
Desde sábado, percebendo que sofreria um revés na eleição da Câmara, ministros do governo já tentavam reconstruir as pontes que foram danificadas durante a disputa entre PT e PMDB pela presidência da Casa, relatou à Reuters um parlamentar petista, sob condição de anonimato.
"Não pode começar o dia amanhã (segunda-feira) quebrando tudo. Precisamos ter um acordo pela governabilidade", disse o petista.
Dilma convocou, no Palácio da Alvorada, os ministros das Relações Insitucionais, Pepe Vargas, das Comunicações, Ricardo Berzoini, da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, e da Defesa, Jaques Wagner, para analisar o resultado das eleições no Congresso.
Presidente Dilma Rousseff durante encontro com jornalistas, no Palácio do Planalto. 22/12/2014 © REUTERS/Joedson Alves Presidente Dilma Rousseff durante encontro com jornalistas, no Palácio do Planalto. 22/12/2014
O candidato do PMDB, deputado Eduardo Cunha (RJ), eleito no primeiro turno para a presidência, sempre foi considerado um desafeto político do governo e há temor de que ele tenha uma postura radical no comando da Casa.
Após eleito, Cunha afirmou que não será "submisso" ao governo, mas que não terá postura de oposição.
Segundo a fonte pestista, Wagner tem conversado com o vice-presidente Michel Temer, que preside o PMDB, para curar rapidamente as feridas deixadas pela disputa acirrada entre os dois partidos na Câmara.
Um auxiliar de Cunha disse à Reuters, na sexta-feira, sob condição de anonimato, que o peemedebista estava "muito irritado" com o governo e com a tentativa de interferência na disputa no Congresso.
E, apesar de Cunha ter negado que fará retaliações ao governo, um peemedebista disse que já é possível perceber que ele mira uma pauta que pode causar problemas para o governo.
"Ele defendeu (no discurso) mudanças no pacto federativo. E disse que os governos estaduais e os prefeitos passam por dificuldades e que o Orçamento está concentrado nas mãos da União. Ou seja, esse discurso indica que ele pode querer tirar receita do governo federal para ajudar os governos locais, o que é ruim para o Executivo", avaliou a fonte, pedindo para não ter seu nome revelado.
Esse peemedebista avaliou ainda que o governo mostrou sua desarticulação política nas eleições da Câmara e que a base está muito enfraquecida.
"Se a gente somar os votos do Cunha e os do (Júlio) Delgado (candidato do PSB à presidência da Câmara, que teve 100 votos), dá 367 votos. Ou seja, é uma maioria oposicionista", afirmou a fonte. Chinaglia teve apenas 136 votos.
"Mesmo com o governo dando ministérios importantes ao PR, ao PP, ao PSD e ao PTB", arrematou o peemedebista.
Se no Senado o governo viu, como queria, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) reeleito, a situação também não é totalmente segura, na avaliação desse peemedebista.
"Lá os 31 votos do Luiz Henrique (da Silveira, peemedebista que concorreu contra Renan) são preocupantes, porque mostram que a oposição parte desse patamar", disse.
A articulação política foi uma das marcas negativas de Dilma no primeiro mandato, com reclamações constantes dos aliados. Apesar disso, o governo colheu poucas derrotas em votações importantes.